Quanto custa fazer um site em Portugal em 2026?
Uma comparação honesta entre agência, freelancer, construtor de sites e Brandeet: o que se paga uma vez, o que se paga todos os meses e o que costuma ficar de fora do orçamento.
- preços
- criar site
Quando um dono de negócio pergunta quanto custa fazer um site, a resposta honesta é que depende de quem o faz e de quem o mantém depois. O preço de criar a página é apenas metade da conta. A outra metade aparece durante o ano seguinte, sempre que alguma coisa tem de mudar.
Este artigo separa as quatro opções que existem hoje em Portugal, com os intervalos que se costumam encontrar em cada uma e com os custos que quase nunca vêm no orçamento inicial.
Antes de continuar, um aviso de método: os intervalos abaixo são referências de mercado, não uma tabela oficial nem um estudo estatístico. Variam com a cidade, o tamanho do projeto, a experiência de quem apresenta a proposta e o que fica incluído. Os preços da Brandeet, esses, são exatos e estão em euros com IVA incluído.
| Opção | Custo inicial habitual | Custo que continua | Quem faz as alterações |
|---|---|---|---|
| Agência | 1.500€ a 5.000€ para um site institucional pequeno | Domínio, alojamento e possível avença | A agência |
| Freelancer | 500€ a 2.000€ para um site pequeno | Domínio, alojamento e alterações pedidas | O freelancer ou tu |
| Construtor de sites | Pouco ou nenhum custo de criação | Subscrição, domínio e o teu tempo | Tu |
| Brandeet | 0€ de custo inicial | 0€ no Grátis, 30€/mês no Pro ou 100€/mês no Business | Tu, com uma primeira versão gerada por IA |
Como chegámos a estes intervalos
Em agosto de 2026 comparámos preços publicados por empresas portuguesas, incluindo os guias da Webarty, Fassst, 3Hash e DVCodeWeb. Os intervalos anunciados são muito largos porque misturam páginas simples, sites institucionais, lojas e projetos feitos à medida.
Retirámos lojas online e projetos com integrações específicas da comparação principal, porque a Brandeet não faz comércio eletrónico. Arredondámos os restantes valores para mostrar uma ordem de grandeza útil, sem fingir uma precisão que o mercado não tem.
Agência: o orçamento mais alto e o processo mais completo
Uma agência entrega processo. Reunião inicial, definição de estrutura, design próprio, redação de textos, desenvolvimento, testes e lançamento. Para um site institucional de pequeno negócio, é comum encontrar propostas entre 1.500 e 5.000 euros, e valores mais altos quando entram funcionalidades específicas ou várias línguas.
O que se ganha é tempo teu e a garantia de que alguém pensa no conjunto. O que se perde é agilidade. Depois do lançamento, mudar um preço ou tirar um serviço costuma ser um pedido por e-mail, com fila de espera e, muitas vezes, um contrato de manutenção mensal à parte.
Faz sentido quando o site é uma peça central do negócio, quando existe orçamento para uma avença e quando o trabalho de marca vai muito além da página.
Freelancer: mais barato, mais direto, mais dependente de uma pessoa
Um freelancer corta o overhead da agência. Para um site pequeno, é comum encontrar propostas entre 500 e 2.000 euros, dependendo da experiência de quem faz e de quanto conteúdo é preciso escrever de raiz.
A relação costuma ser mais direta e mais rápida. O risco também é conhecido: fica tudo dependente de uma pessoa. Se essa pessoa mudar de projeto, de país ou de área, o site fica onde está e a próxima alteração passa a ser um problema de arqueologia técnica para quem vier a seguir.
Se escolheres este caminho, garante duas coisas por escrito: que o domínio fica registado em teu nome e que recebes os acessos todos no fim do trabalho.
Construtor de sites: mensalidade baixa, tempo teu por conta
Os construtores de sites cobram uma mensalidade e dão-te um editor. O software custa dezenas de euros por mês, o que parece barato ao lado de um orçamento de agência.
O custo real está noutro sítio: o trabalho é teu. Escolher o modelo, adaptá-lo, escrever todos os textos, arranjar imagens, perceber porque é que a versão de telemóvel está desalinhada. Para um dono de restaurante ou de clínica, isso são vários fins de semana, e é normal ficar a meio, com um site que se percebe que ficou a meio.
Brandeet: a página é gerada e depois é tua para editar
A Brandeet foi feita para o meio termo. Descreves o negócio, a IA escreve e desenha o site à volta dessa descrição, e depois clicas em qualquer parte para mudar o que quiseres. Não começas numa página em branco nem ficas à espera de um terceiro para trocar uma palavra.
À data de agosto de 2026, os preços são estes:
- Grátis: 0 euros, para sempre, com uma página publicada num subdomínio brandeet.com;
- Pro: 30 euros por mês, ou 300 euros por ano, com até 5 páginas;
- Business: 100 euros por mês, ou 1020 euros por ano, com até 15 páginas.
Todos os valores são em euros com IVA já incluído, e é emitida fatura por cada pagamento. Os planos pagos incluem o teu domínio próprio com certificado SSL emitido e renovado por nós e uma estratégia de marketing escrita. Os detalhes de cada plano estão na página de planos.
Os custos que costumam ficar de fora do orçamento
Seja qual for o caminho, há uma parte da conta que raramente aparece na proposta:
- o domínio, que se paga todos os anos ao registador;
- o alojamento e o certificado, quando não estão incluídos na plataforma;
- as alterações depois do lançamento, que numa avença têm preço e num editor próprio custam o teu tempo;
- as fotografias, se o negócio precisar de imagens próprias;
- o tempo interno a reunir textos, preços e horários, que existe sempre.
É por causa desta segunda metade da conta que dois sites com o mesmo orçamento inicial acabam a custar valores muito diferentes ao fim de dois anos.
Antes de aceitares uma proposta, pede que o orçamento diga por escrito:
- quem regista e controla o domínio;
- se alojamento e certificado estão incluídos;
- quantas páginas e rondas de alterações entram;
- quem escreve os textos e escolhe as imagens;
- quanto custa mudar conteúdo depois do lançamento;
- como recebes os acessos e ficheiros se quiseres sair;
- se os valores apresentados incluem IVA.
Compara o custo durante dois anos, não apenas a primeira fatura. Um preço inicial baixo pode ficar caro se cada alteração for cobrada; uma subscrição barata pode ficar cara se o site consumir vários fins de semana teus.
Como decidir sem te arrependeres
Três perguntas resolvem quase todos os casos. Com que frequência o conteúdo muda? Quem vai fazer essa alteração na prática? Quanto vale o teu tempo nos fins de semana?
Se o conteúdo muda muitas vezes e a alteração é tua, precisas de algo que consigas editar em minutos. Se o site é um projeto grande, com integrações e trabalho de marca, uma agência é dinheiro bem gasto.
Para a maioria dos pequenos negócios em Portugal, o caminho mais barato a sério é aquele em que a primeira versão sai depressa e a segunda depende só de ti. O nosso guia passo a passo para criar o site de uma pequena empresa ajuda-te a definir o que precisas antes de escolheres a ferramenta.
Podes começar grátis e só decidir sobre um plano pago quando quiseres o teu domínio.