Um site de clínica que ganha confiança antes da primeira consulta

O plano completo numa leitura: as seis coisas que o site da tua clínica precisa mesmo, como as construir numa tarde, e como ser a primeira clínica a receber a chamada de quem está com dores.

Seis coisas que um paciente verifica antes de ligar.

Duas pessoas muito diferentes abrem o site de uma clínica dentária. Uma tem um dente a latejar desde as três da manhã e só quer saber se a atendes hoje. A outra está a comparar três clínicas para uma limpeza, um branqueamento ou implantes, e lê-te como quem decide a quem confia a boca. Cada secção abaixo responde a uma delas, e a página de exemplo mostra onde cada uma vive.

  1. Um toque até alguém que atende

    Quem tem um dente a doer não navega. Abre duas ou três clínicas, liga à primeira que mostra um número sem ter de fazer scroll, e para de procurar no momento em que alguém atende. O paciente que está a comparar clínicas para um tratamento planeado acaba no mesmo sítio: depois de ler, quer fazer uma pergunta antes de se comprometer.

    Faz assim

    Põe um número de telefone clicável no primeiro ecrã e repete-o no fim da página, com uma linha a dizer o que acontece depois: "liga antes das 10:00 e guardamos vagas para urgências no mesmo dia". Se a receção também responde no WhatsApp, diz qual é o número que toca e qual é o que lê mensagens.

  2. Horário, morada e o caminho desde a porta

    As pesquisas de "dentista perto de mim" e o filtro de "aberto agora" são a forma como o paciente urgente te encontra, e leem horários legíveis por máquinas, não a fotografia de um letreiro. Quem tem tratamento planeado verifica outra coisa: se consegue chegar depois do trabalho, e onde deixa o carro.

    Faz assim

    Escreve o horário ao dia, incluindo a pausa de almoço e as manhãs de sábado, e espelha-o exatamente na tua ficha do Google. Depois acrescenta as duas linhas que um mapa não dá: em que piso ficas e se há elevador, e onde estacionar a dois minutos a pé.

  3. Tratamentos com o nome que os pacientes lhes dão

    Ninguém pesquisa "reabilitação oral". Pesquisa limpeza, branqueamento, dente partido, aparelho invisível, implantes. Dar aos tratamentos o nome que os pacientes usam é o que te faz aparecer, e dizer quantas consultas leva cada um tira o medo de que uma primeira consulta se transforme num compromisso sem fim.

    Faz assim

    Uma linha por tratamento: o que envolve, quantas consultas leva, e um preço "desde" sempre que tenhas mesmo um para dar (higiene oral, 45 min, 45 €). Onde o preço depende da boca, escreve exatamente isso: implantes e ortodontia começam com uma avaliação e um plano escrito, e "desde 850 € por dente" com essa frase vale mais do que uma coluna de preços vazia.

  4. Os gabinetes e as pessoas, não as bocas

    Um paciente ansioso quer ver onde se vai sentar antes de aceitar sentar-se. A sala de espera, o gabinete, o equipamento, o canto da esterilização: essas fotografias respondem à pergunta que ninguém faz em voz alta, que é se aquilo parece cuidado. Imagens de banco com o sorriso perfeito de um desconhecido não respondem a nada.

    Faz assim

    Dez fotografias do telemóvel com luz de dia: a entrada vista da rua, para reconhecerem a porta, a sala de espera, dois gabinetes, a zona de esterilização e a equipa. Deixa os planos clínicos de perto fora da galeria geral; um caso de antes e depois exige consentimento escrito do paciente e uma legenda exata, ou não vai para o site.

  5. Quem trata, com credenciais

    Os pacientes escolhem uma pessoa, não um edifício, e estão a entregar a essa pessoa algo que não se substitui. Aqui um primeiro nome e um sorriso não chegam: querem saber quem é qualificado para o quê, sobretudo antes de um implante, de uma desvitalização ou da primeira consulta de um filho.

    Faz assim

    Por cada dentista: nome completo, número da Ordem dos Médicos Dentistas, a área em que se concentra e uma frase simples sobre formação. "Dra. Marta Nunes, OMD 12345, endodontia e desvitalizações" ganha mais confiança do que um parágrafo de adjetivos.

  6. O rodapé que apanha as perguntas

    O Facebook é onde um paciente mais velho confirma que a clínica ainda existe naquela morada; o Instagram é onde começa a pergunta sobre branqueamento. Nenhum dos dois é bem lido pelos motores de busca, e nenhum é lugar para dar respostas clínicas. O site é a peça que o Google e os assistentes de IA conseguem ler, por isso os dois devem apontar um para o outro.

    Faz assim

    Liga o Facebook, o Instagram e a tua ficha do Google no rodapé, e põe o link do site nas duas bios no dia em que publicares. Quando uma mensagem perguntar "quanto custa um implante?", responde com a página do tratamento e o número de telefone: um preço sem exame é uma promessa que não podes cumprir.

De uma descrição da clínica a uma página no ar.

Não desenhas nada e nunca partes de uma página em branco. Descreves a clínica, a IA escreve e monta uma primeira versão, corriges até soar à tua receção, e publicas.

  1. Descreve a clínica

    Respondes a algumas perguntas: que tratamentos fazes, quem são os dentistas e a área de cada um, o horário, como tratas as urgências, se publicas preços "desde", que convenções e seguros aceitas, e o tom que queres (uma clínica de família e uma clínica de implantologia são páginas diferentes). Isto torna-se o teu perfil de negócio, e tudo o resto é gerado a partir dele, por isso estes minutos são a parte com mais retorno de todo o trabalho.

  2. Lê o que a IA escreveu

    A Brandeet gera a página completa: secções, texto e layout, escritos à volta das tuas respostas em vez de um template com o nome da clínica trocado. Lê-a como a leria um paciente com dores, não como profissional: as duas coisas que um primeiro rascunho costuma errar numa clínica são o vocabulário clínico onde o paciente diria "um dente novo", e falar de medicina dentária em geral onde devia estar a tua clínica.

  3. Corrige como num documento

    Clicas num preço ou no nome de um tratamento e escreves por cima: isso é grátis e sem limite, que é o que queres numa página cujos preços e convenções mudam. Para mudanças maiores, descreve-as ("introdução mais curta, diz que atendemos urgências no mesmo dia") e a IA refaz esse bloco. Isso custa um crédito de IA, e tens 20 por mês no Grátis e 50 no Pro. Antes de publicar, abre a pré-visualização de telemóvel e confirma o que mais importa: o número está visível e clicável sem fazer scroll?

  4. Publica e aponta as pessoas para lá

    Um clique põe o site no ar em teunome.brandeet.com, que já é um link a sério para a tua ficha do Google e para as bios. Nos planos pagos ligas o domínio da clínica, e o certificado SSL é emitido e renovado por nós. A página publicada é HTML estático rápido, o que conta quando quem a abre está com dores e com dados móveis.

Onde a Brandeet faz o trabalho pesado.

As partes de um site de clínica que ninguém gosta de fazer à mão, já tratadas. E, com honestidade, as partes que ela deliberadamente não faz.

  • A base da pesquisa local, por defeito

    A morada, o horário e os tratamentos entram nos dados estruturados, a camada legível por máquinas que os motores de busca e os assistentes de IA leem. Sitemap, meta tags e um H1 limpo por página também são gerados. É o que torna uma clínica elegível para ser a resposta a "dentista perto de mim", e acontece sem precisares de saber que existe.

    Todos os planos
  • Edições de texto nunca gastam créditos

    Um preço que subiu, uma convenção que acabou, um dentista que entrou: clicas, escreves, publicas. Os créditos de IA só se gastam quando pedes à IA que reescreva ou refaça um bloco por ti.

    Todos os planos
  • Uma página feita para um telemóvel numa mão

    O mesmo conteúdo bem montado num telemóvel, com toque-para-ligar e toque-para-WhatsApp, e pré-visualização em computador, tablet e telemóvel antes de publicares o que quer que seja.

    Todos os planos
  • O domínio da clínica, zero administração

    Apontas o teu domínio para a Brandeet e esqueces que ele existe: alojamento, SSL e renovações ficam tratados. O Grátis fica num subdomínio teunome.brandeet.com, que chega para testar se a página traz chamadas.

    Pro e acima
  • Um plano de marketing para as semanas paradas

    O Pro acrescenta uma estratégia de marketing escrita com um calendário semanal de tarefas: o que publicar, quando pedir avaliações, o que refrescar no site. Útil em agosto e no vazio depois das férias, quando as cadeiras esvaziam e queres jogadas, não teoria.

    Pro e acima
  • O que ela deliberadamente não faz

    Sem calendário de marcações, sem portal do paciente nem processos clínicos, e sem pagamentos online. O botão principal encaminha para o teu telefone, para o WhatsApp ou para o software de agendamento em que a receção já trabalha, porque um segundo calendário que ninguém consulta é pior do que nenhum, e dados de pacientes não têm nada que fazer num site de marketing.

    Por opção

O site é metade do trabalho. Ser encontrada é a outra metade.

Numa clínica, o mapa e a reputação decidem mais do que qualquer página. Estas quatro jogadas não custam nada além de atenção, rendem durante anos, e funcionam seja quem for que fez o teu site.

Reclama a tua ficha de empresa no Google

A ficha gratuita que te põe no mapa, e a primeira coisa que um paciente com dores vê mesmo.

  1. Vai a google.com/business e reclama (ou cria) a ficha da morada da clínica. A verificação costuma ser um postal ou um pequeno vídeo a percorrer as instalações.
  2. Define a categoria principal como "Dentista", e acrescenta "Clínica dentária" como categoria secundária se tens vários gabinetes e dentistas. Depois lista os tratamentos, com preços "desde" onde os deres.
  3. Preenche o link de marcação com o teu site ou com o software de agendamento que já usas, e espelha exatamente o horário do site, feriados incluídos. "Fechado quando o Google dizia aberto" custa-te o paciente e a avaliação.
  4. Adiciona fotografias da entrada, da sala de espera e dos gabinetes. Fichas com fotos recebem muito mais chamadas e pedidos de direções.

Faz das avaliações um hábito, sem quebrar o sigilo

As avaliações decidem quem leva a chamada quando há três clínicas na mesma avenida. Um fio constante de avaliações reais vale mais do que tudo o resto, e a forma como respondes é lida por todos os que vêm depois.

  1. Pede ao balcão quando o tratamento acabou e a pessoa está aliviada, não na cadeira. Uma frase chega: "se ficaste satisfeito com hoje, uma avaliação no Google ajuda-nos muito".
  2. A tua ficha dá-te um link direto para avaliações. Guarda-o e põe-no na mensagem de seguimento que já envias, em vez de esperar que as pessoas encontrem o caminho sozinhas.
  3. Responde a todas as avaliações, incluindo as difíceis, e nunca confirmes detalhes clínicos nem que uma pessoa identificada é tua paciente. Agradece, deixa o número da clínica e continua offline: o sigilo também se aplica às respostas públicas.
  4. Nunca compres avaliações. Uma rajada suspeita pode marcar a ficha, e soa a falso a qualquer paciente.

Mantém nome, morada e telefone iguais em todo o lado

O Google cruza os teus dados pela internet fora, e uma clínica acumula fichas: o mapa, as seguradoras, diretórios, um site antigo que ninguém desligou.

  1. Escolhe uma grafia exata do nome da clínica, da morada e do telefone, e usa-a no site, no Google, no Facebook e no Instagram.
  2. Quando algo muda, atualiza tudo na mesma sentada. Espalhado por semanas nunca fica feito, e o número antigo continua a tocar em algum lado.
  3. Se a clínica está registada na ERS, põe o número de licença no rodapé, com o mesmo nome comercial que aparece no registo.
  4. Caça as fichas esquecidas: uma entrada antiga num diretório com o telefone anterior manda pacientes, em silêncio, para uma linha morta.

Aparece nas redes de convenções e seguros

Muitos pacientes nunca procuram um dentista: procuram na lista de clínicas do seguro ou da ADSE e ligam a partir de lá. Essa lista é um diretório que podes manter em ordem.

  1. Mantém no site, em texto simples, as convenções e os acordos que aceitas (ADSE, Médis, Multicare, o que tiveres), com uma linha a dizer o que cada um cobre e o que o paciente ainda paga.
  2. Confirma a tua entrada na pesquisa de prestadores de cada seguradora: nome, morada, telefone e que dentistas aparecem. Entradas erradas são comuns e só se corrigem se pedires.
  3. Quando um acordo acaba, tira-o do site no mesmo dia. Um paciente que chega à espera de um preço convencionado e sai a pagar o total escreve a avaliação de que te vais lembrar.
  4. Se os pacientes perguntam sempre pelo mesmo seguro que não tens, di-lo na página. "Não temos acordo com X" poupa à receção a mesma chamada dez vezes por semana.

A checklist de lançamento.

Deixa o separador aberto, ou copia-a para algum lado. Se todas as caixas estiverem preenchidas, a tua clínica é mais fácil de encontrar, e de escolher, do que a maioria das clínicas da tua zona.

Antes de publicar

  • O telefone está clicável no primeiro ecrã, testado do teu telemóvel
  • Cada tratamento diz o que envolve e quantas consultas leva
  • Os preços "desde" e a lista de convenções são os que a receção diz hoje
  • O horário está certo ao dia, com pausa de almoço e sábados
  • Cada dentista tem nome completo, número da OMD e a sua área
  • As fotografias são dos teus gabinetes e da tua equipa, nenhuma de banco de imagens

A semana a seguir

  • Ficha do Google reclamada, categoria "Dentista", site e link de marcação ligados
  • Link direto de avaliações guardado e posto na mensagem de seguimento
  • A tua entrada verificada na pesquisa de prestadores de cada seguradora
  • Horário atualizado nos dois sítios para o próximo feriado
  • Link do site nas bios do Facebook e do Instagram e no cartão de marcação

O que se pergunta antes de começar.

Se tiveres outra dúvida sobre o teu setor, as tuas páginas ou o teu domínio, fala diretamente connosco.

  • Os pacientes podem marcar consulta online?

    Não pela Brandeet: não há calendário de marcações, portal do paciente nem formulários aqui. O site encaminha os pedidos de consulta para o telefone e o WhatsApp, ou aponta para o software de agendamento em que a receção já trabalha, para nada cair numa caixa de correio que ninguém vigia.

  • Quem controla os textos clínicos?

    Tu. A IA escreve uma primeira versão a partir da tua descrição da clínica, depois cada título e parágrafo é editável no lugar, ou descreves o que uma secção deve dizer e a IA refaz esse bloco: 20 ações de IA por mês no Grátis, 50 no Pro. Esse controlo conta numa atividade regulada: o que a página afirma é da tua responsabilidade profissional, nada fica online até publicares, e uma fotografia de antes e depois exige primeiro consentimento escrito do paciente e uma legenda exata.

  • Onde ficam os preços e as convenções?

    Os dois são conteúdo de página que manténs tu. Os preços são uma decisão tua: uma tabela completa, ou preços "desde" com uma linha a explicar que implantes e ortodontia exigem avaliação. As convenções são uma lista simples (ADSE, Médis, Multicare) com uma linha sobre o que cada uma cobre; não existe ligação em tempo real a nenhuma seguradora, por isso quando um acordo acaba apagas a linha, o que leva um minuto e não gasta créditos de IA.

  • Podemos usar o domínio da clínica?

    Sim, em qualquer plano pago: aponta o domínio para a Brandeet e o certificado SSL é emitido e renovado por nós. O plano grátis publica num subdomínio teunome.brandeet.com por 0€, o que já dá para ver se a página traz chamadas.

  • Quanto custa?

    O plano grátis custa 0€ e não expira: 1 página publicada, o que chega para uma clínica com um só espaço. O Pro custa 30€ por mês ou 300€ por ano, com IVA incluído, e acrescenta o domínio da clínica, até 5 páginas (uma por tratamento, por exemplo) e uma estratégia de marketing com calendário semanal de tarefas. Podes cancelar nas definições de faturação quando quiseres.

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