Um site de advogado que transforma uma pesquisa numa consulta

O plano completo numa leitura: as cinco coisas a que o teu site tem de responder, como as construir numa tarde, e como seres encontrado por quem procurou o problema, não o teu nome.

Cinco coisas que um cliente verifica antes de ligar.

Ninguém lê sites de advogados por prazer. A pessoa chega a meio de um problema, normalmente com mais dois escritórios abertos noutros separadores, e traz três perguntas: fazes isto, quem és tu, e como falo contigo. Cada secção abaixo responde a uma delas, e a página de exemplo mostra onde cada uma vive.

  1. Áreas de prática, na língua do cliente

    A pessoa não procurou um escritório, procurou um problema: "advogado divórcio Porto", "despedimento sem justa causa". A primeira coisa que faz é ver se o problema dela está na tua lista, escrito nas palavras que acabou de escrever. Uma área anunciada como "contencioso cível" não coincide com nada que um cliente diga em voz alta; "cobrança de dívidas" coincide. É também essa lista que o Google e os assistentes de IA conseguem cruzar contigo.

    Faz assim

    Lista quatro a seis áreas em linguagem de cliente, cada uma com uma linha a dizer o que aceitas mesmo ("Divórcio e família: acordos, regulação das responsabilidades parentais, partilhas"). Debaixo da lista, põe uma frase simples sobre honorários: são orçamentados por escrito depois da primeira consulta. Lido como política, isso é profissionalismo; deixado em branco, parece fuga.

  2. A pessoa, não a marca

    Ninguém contrata um site, contrata quem vai ler o processo. Antes de contar a um estranho o divórcio ou o despedimento, quem visita quer um nome completo, uma cara e algo que possa confirmar. Em Portugal, o número de cédula profissional é o que prova que és advogado inscrito, e ocupa uma linha.

    Faz assim

    Nome completo, número de cédula profissional, um retrato normal (nunca foto de banco de imagens), as áreas de cada um e o ano de inscrição. Se trabalhas sozinho, assume-o: uma prática individual escrita na primeira pessoa é mais forte do que um "nós" que finge ser uma sociedade de vinte advogados.

  3. Uma forma óbvia de marcar consulta

    Quem tem um prazo de vinte dias em cima não preenche um formulário à espera de resposta. Liga, ou passa ao nome seguinte da lista. E boa parte destas pesquisas acontece fora de horas, do telemóvel. Não precisas de um sistema de marcações; precisas de um botão que chegue a ti.

    Faz assim

    Põe "Marcar consulta" como botão principal e aponta-o ao canal a que respondes mesmo (o telefone do escritório de dia, um email, WhatsApp se já é aí que falas com clientes). Ao lado, escreve o que acontece a seguir: "Primeira consulta, 45 minutos, 60 €" diz mais a um cliente sobre como trabalhas do que meia página de texto.

  4. O escritório, e quando respondes

    O trabalho é local: o tribunal, a comarca, e se a pessoa consegue estar lá numa terça de manhã. A pesquisa é quase sempre "advogado" mais o nome da cidade. Se a morada só existe dentro de um formulário de contacto, o Google não a lê, e quem está a escolher entre ti e o escritório de duas ruas acima também não.

    Faz assim

    Publica a morada da rua e trata o horário como horário de atendimento telefónico (Seg a Sex, 9:30 às 18:00), não como as horas em que por acaso estás no edifício. Se recebes só com marcação, escreve-o, e espelha morada e horário exatamente na tua ficha do Google.

  5. O escritório, sem cenário

    Quem está a ponto de contar a rutura da família a um estranho está a decidir se aquilo parece um lugar real e discreto. Três fotos do escritório verdadeiro (a entrada, a mesa de reuniões, a pessoa) fazem mais do que qualquer adjetivo. Martelos de juiz e colunas de mármore fazem o contrário: são cenários de filme americano sem relação com uma prática portuguesa.

    Faz assim

    Seis fotos sóbrias, do telemóvel e com luz de dia: a entrada do edifício com a rua à vista, a placa da porta, a sala de reuniões e um retrato. Revê cada enquadramento antes de carregar: nenhum nome de cliente num quadro, nenhum processo com lombada legível, nenhum ecrã aceso.

De uma descrição da prática a uma página no ar.

Não desenhas nada e nunca partes de uma página em branco. Descreves a prática, a IA escreve e monta uma primeira versão, corriges até soar a ti, e publicas.

  1. Descreve a prática

    Respondes a algumas perguntas: as áreas que aceitas e em que palavras, para quem trabalhas (particulares, famílias, pequenas empresas), o escritório, como funciona a primeira consulta e o registo que queres. Sóbrio e formal é uma das opções, e nesta profissão é quase sempre a certa. Isto torna-se o teu perfil de negócio e cada página é gerada a partir dele, por isso estes dez minutos decidem a maior parte do resultado.

  2. Lê o que a IA escreveu

    A Brandeet gera a página completa: secções, texto e layout, escritos à volta das tuas respostas em vez de um template com o teu nome trocado. Lê como leria um cliente e conta com três coisas para corrigir: juridiquês que se infiltrou ("nos termos do disposto"), nomes de áreas em código profissional em vez de linguagem de cliente, e qualquer frase que soe a promessa de resultado. Essa última apaga-se sem discussão.

  3. Corrige como num documento

    Clicas numa linha e escreves por cima: grátis e sem limite, que é o que queres numa profissão regulada. Para mudanças maiores, descreve-as ("introdução mais curta, isto é uma prática individual, não uma sociedade") e a IA refaz esse bloco por um crédito de IA, 20 por mês no Grátis e 50 no Pro. Depois abre a pré-visualização de telemóvel: estas pesquisas fazem-se à noite, do telemóvel, por quem não consegue dormir.

  4. Publica e aponta as pessoas para lá

    Um clique põe o site no ar em teunome.brandeet.com, que já é um link a sério para uma assinatura de email ou um perfil de LinkedIn. Nos planos pagos ligas o domínio da prática e o certificado SSL é emitido e renovado por nós, enquanto o teu email fica exatamente onde está. Em qualquer dos casos, a página publicada é HTML estático rápido, que agrada a visitantes impacientes e ao Google.

Onde a Brandeet faz o trabalho pesado.

As partes de um site profissional que ninguém quer entregar a uma agência e depois esperar três meses, já tratadas. E, com honestidade, a parte que ela deliberadamente não faz.

  • A base técnica, por defeito

    O teu nome, a morada do escritório, o horário e as áreas entram nos dados estruturados, a camada legível por máquinas que os motores de busca e os assistentes de IA leem. Sitemap, robots, meta tags e um H1 limpo por página também são gerados. É a checklist técnica de qualquer guia de SEO, feita sem precisares de saber que existe.

    Todos os planos
  • Cada palavra continua tua

    Clicas em qualquer linha e escreves por cima: grátis, sem limite, sem gastar créditos de IA. Aqui isso pesa mais do que na maioria dos ofícios, porque as frases que dizem o que aceitas e como cobras têm de ser tuas, e corrigir uma não pode depender de um programador nem de um pedido de suporte.

    Todos os planos
  • Feito para um telemóvel à meia-noite

    A maior parte destas pesquisas acontece à noite, do telemóvel. O mesmo conteúdo fica bem montado num ecrã pequeno, com toque-para-ligar, e vês a pré-visualização em computador, tablet e telemóvel antes de publicares o que quer que seja.

    Todos os planos
  • Uma página por área de prática

    O Grátis publica 1 página, o que chega para uma presença correta e encontrável. O Pro publica até 5 e o Business até 15, o que dá uma página por área mais a prática e os contactos. Uma página que trata de um problema aparece nesse problema melhor do que um parágrafo perdido numa lista.

    Pro e acima
  • O domínio da prática, zero administração

    Apontas o domínio para a Brandeet e esqueces que ele existe: alojamento, SSL e renovações ficam tratados. O email fica onde está, porque a Brandeet publica o site e aponta para o endereço que já usas, não mexe no teu alojamento de correio. O Grátis fica num subdomínio teunome.brandeet.com.

    Pro e acima
  • O que ela deliberadamente não faz

    Sem área de cliente, sem carregamento de documentos, sem gestão de processos, sem pagamentos online. O primeiro contacto é uma chamada, um email ou uma mensagem de WhatsApp, e o processo continua onde já está hoje. Para quem tem dever de sigilo, essa separação é uma vantagem: um site é um edifício público, não um arquivo.

    Por opção

O site é metade do trabalho. Ser encontrado é a outra metade.

Numa prática, a maior parte dos primeiros contactos começa no Google ou num registo, não na tua página inicial. Estas quatro jogadas não custam nada além de atenção, rendem durante anos, e funcionam seja quem for que fez o teu site.

Reclama a tua ficha de empresa no Google

A ficha gratuita que põe o escritório no mapa. Nas pesquisas de "advogado" mais o nome da cidade, ela é lida antes do teu site.

  1. Vai a google.com/business e reclama (ou cria) a ficha da morada do escritório. A verificação costuma ser um postal ou um pequeno vídeo a mostrar a entrada e a placa da porta.
  2. Define a categoria como "Advogado", ou "Sociedade de advogados" se forem vários, adiciona as áreas de prática como serviços e liga o site novo.
  3. Põe no horário as horas a que as chamadas são mesmo atendidas e acrescenta que as consultas são com marcação, para ninguém aparecer a uma porta fechada. Atualiza o site e a ficha nos feriados e nas férias judiciais.
  4. Adiciona fotos sóbrias: a entrada do edifício, a placa da porta, a sala de reuniões, um retrato. Confere cada enquadramento antes de carregar, por causa de nomes, processos e ecrãs acesos.

Faz das avaliações um hábito, e responde sem confirmar nada

As avaliações decidem quem recebe a chamada quando há três escritórios na mesma rua. Aqui há uma regra a mais: uma resposta nunca pode confirmar que aquela pessoa foi tua cliente.

  1. Pede quando um assunto fecha bem, nunca a meio. Uma frase chega: "se a forma como tratámos isto foi útil, uma avaliação no Google ajuda outras pessoas a chegar aqui".
  2. A tua ficha dá-te um link direto para avaliações. Guarda-o e envia-o por email quando enviares a nota final de honorários.
  3. Responde a todas com a mesma fórmula neutra, boas ou más: agradeces o comentário e dizes que o dever de sigilo te impede de falar de casos concretos. Nunca escrevas "quando era nosso cliente".
  4. Se uma avaliação expõe nomes ou detalhes de um processo, denuncia-a ao Google por privacidade e responde entretanto com a fórmula neutra. E nunca compres avaliações.

Mantém nome, morada e telefone iguais em todo o lado

O Google cruza os teus dados pela internet fora, e uma prática tem normalmente mais registos espalhados do que uma loja: a Ordem, diretórios antigos, um escritório anterior.

  1. Escolhe uma grafia exata do nome da prática, da morada do escritório e do telefone, e usa-a no site, no Google, na tua inscrição na Ordem dos Advogados e no LinkedIn.
  2. Se mudaste de escritório, procura a morada e o número antigos e corrige ou apaga tudo o que ainda os mostra. Moradas velhas mandam clientes a uma porta fechada e confundem o mapa.
  3. Quando algo muda, atualiza tudo na mesma sentada. Espalhado por semanas, nunca fica feito.

Sê verificável onde as pessoas confirmam um advogado

Antes de ligarem a um estranho por causa de um problema sério, as pessoas confirmam que o estranho existe. Em Portugal isso passa primeiro pela pesquisa de advogados da Ordem, depois pelo LinkedIn.

  1. Confirma o que a tua inscrição diz na pesquisa de advogados em oa.pt: nome, cédula, morada do escritório, contacto. Corrige a partir da tua área no portal, ou pede à Ordem que corrija.
  2. Faz com que o teu título no LinkedIn nomeie as áreas em vez de dizer só "Advogado", e põe o link do site no perfil. As indicações de outros profissionais começam aí.
  3. Escreve o número de cédula profissional também no site, para os dois coincidirem. Quem te consegue confirmar em dez segundos liga mais depressa.
  4. Deixa de lado selos pagos de "melhores advogados" e diretórios que vendem posição. Custam dinheiro, não acrescentam credibilidade e ficam mal com a sobriedade que a profissão espera.

A checklist de lançamento.

Deixa o separador aberto, ou copia-a para algum lado. Se todas as caixas estiverem preenchidas, quem procurar o problema dele na tua cidade encontra-te e sabe o que fazer a seguir.

Antes de publicar

  • Cada área escrita como um cliente a diria, com uma linha de âmbito
  • Uma frase simples sobre honorários, e o preço da primeira consulta
  • Nome completo, número de cédula profissional e uma foto real
  • Morada do escritório e o número a que respondes, iguais aos do Google
  • Nenhuma promessa de resultado em nenhuma página
  • Viste a pré-visualização de telemóvel, não só a de computador

A semana a seguir

  • Ficha do Google reclamada, categoria definida, site ligado
  • A tua inscrição na Ordem mostra o mesmo nome, escritório e contacto
  • O título do LinkedIn nomeia as áreas e o perfil liga ao site
  • Link direto de avaliações guardado e fórmula de resposta neutra escrita
  • Morada e telefone antigos procurados e limpos
  • Horário atualizado nos dois sítios para feriados e férias judiciais

O que se pergunta antes de começar.

Se tiveres outra dúvida sobre o teu setor, as tuas páginas ou o teu domínio, fala diretamente connosco.

  • O controlo dos textos fica comigo?

    Fica, e numa profissão regulada é essa a parte que importa. A IA escreve um primeiro rascunho; depois clicas em qualquer linha e escreves por cima, grátis e sem limite, ou descreves a alteração e deixas a IA refazer esse bloco (20 dessas por mês no Grátis, 50 no Pro). Nada fica público até publicares, por isso as frases sobre o que aceitas e como cobras são lidas por ti antes de serem lidas por mais alguém.

  • Tenho de publicar os meus honorários?

    Não, e na maioria das práticas portuguesas não deves: os honorários dependem do caso e só os consegues orçamentar depois de o ouvir. O que funciona é dizê-lo com clareza em vez de deixar a pessoa a adivinhar: publica quanto custa a primeira consulta e quanto tempo dura, e escreve que os honorários do caso são orçamentados por escrito depois dessa reunião. Lido como política, é profissionalismo; lido como silêncio, parece fuga.

  • Os clientes podem carregar documentos ou seguir o processo?

    Não. A Brandeet publica um site, não uma área de cliente: sem logins, sem carregamento de documentos, sem gestão de processos, sem pagamentos online. O primeiro contacto é uma chamada, um email ou uma mensagem de WhatsApp, e o processo fica no sistema que já usas. Para quem tem dever de sigilo, essa separação é uma vantagem e não uma falta.

  • Posso usar o domínio da prática e manter o email?

    Sim. Qualquer plano pago liga o teu domínio e o certificado SSL é emitido e renovado por nós. O email fica exatamente onde está hoje: a Brandeet publica o site e aponta para o endereço que já usas, não mexe no teu alojamento de correio. No Grátis o site fica num subdomínio teunome.brandeet.com, que já é um link a sério para uma assinatura.

  • Quanto custa?

    O plano grátis custa 0€ e não expira: 1 página publicada num subdomínio brandeet.com, o que chega para uma presença correta e encontrável. O Pro custa 30€ por mês ou 300€ por ano, com IVA incluído, e acrescenta domínio próprio, até 5 páginas (uma por área de prática) e uma estratégia de marketing escrita com calendário semanal de tarefas. O Business custa 100€ por mês ou 1020€ por ano, com até 15 páginas e 3 auditorias por domínio por mês. Podes cancelar nas definições de faturação quando quiseres.

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