Um site de gabinete que responde quanto custa a avença

O plano completo numa leitura: as cinco coisas a que o teu site tem de responder, como as construir numa tarde, e como seres encontrado por quem abriu atividade na semana passada.

Cinco coisas que um empresário verifica antes de entregar a contabilidade.

Ninguém lê sites de contabilidade por prazer. Quem chega está a abrir atividade como independente, acabou de constituir uma Lda, ou ficou sem contabilista a meio do ano porque o dele se reformou, e traz três perguntas: trabalhas com negócios como o meu, quanto custa a avença, e és mesmo contabilista certificado. Cada secção abaixo responde a uma delas, e a página de exemplo mostra onde cada uma vive.

  1. Com quem trabalhas, e quanto custa a avença

    Quem visita não anda a comparar contabilidade em abstrato: quer saber se o caso dele cabe no teu gabinete. Recibos verdes no regime simplificado, uma Lda de um sócio com duas pessoas a processar, um alojamento local, uma loja com IVA trimestral. Uma página que só diz "contabilidade e fiscalidade" não responde a isso, por isso a pessoa liga a três gabinetes e fica com o primeiro que responder à pergunta do preço. Essa lista escrita é também o que o Google e os assistentes de IA conseguem fazer corresponder a "contabilista para ENI em Braga".

    Faz assim

    Escreve uma forma de avença por tipo de cliente, cada uma com um preço a partir de e o que inclui: "Independentes, recibos verdes: desde 45 €/mês, inclui IVA quando se aplica, IRS e Segurança Social". Debaixo da lista, uma linha sobre o que altera o valor: faturas por mês, pessoas a processar, se também emites a faturação.

  2. Um nome, e o número de contabilista certificado

    Entregar a contabilidade é dar a um desconhecido o teu NIF, os teus extratos e a assinatura dele nas tuas declarações. Antes disso, quem visita quer um nome completo e algo que possa confirmar. Em Portugal isso é o número de contabilista certificado da Ordem dos Contabilistas Certificados: ocupa uma linha, e é a diferença entre um gabinete e alguém a fazer lançamentos numa folha de cálculo. A segunda pergunta é sempre a mesma, quem é que me responde aos emails.

    Faz assim

    Nome completo, número de contabilista certificado, uma foto simples (nunca de banco de imagens), o que cada pessoa trata (processamento salarial, Modelo 22, uma carteira de independentes) e o ano em que começaste. Se trabalhas sozinho, assume-o na primeira pessoa: um gabinete de uma pessoa escrito com clareza tranquiliza mais do que um "nós" a fingir uma empresa de vinte.

  3. Uma forma óbvia de pedir proposta, e o que vem depois

    Ninguém assina uma avença a partir de uma página. Quer uma conversa curta para saber se o encaixe e o preço funcionam, e boa parte destas pesquisas acontece à noite, depois de fechar o negócio dele. Se o número não estiver à vista no primeiro ecrã, liga ao gabinete seguinte da lista. Não precisas de formulários nem de um sistema de marcações; precisas de um botão que chegue a ti.

    Faz assim

    Faz do canal que respondes durante o dia o botão principal (o telefone do gabinete, o WhatsApp, um email) e escreve ao lado o que é a primeira conversa: "20 minutos, sem compromisso", mais as quatro coisas de que precisas para dar um valor (atividade e CAE, volume esperado, funcionários, faturas por mês). Quem sabe o que tem de levar liga mais depressa.

  4. O gabinete, e se a distância importa

    A pesquisa é "contabilista" mais o nome da cidade mesmo quando o trabalho é todo à distância, porque as pessoas assumem que vão ter de entregar papéis em mão. Se a morada só existe dentro de uma imagem ou de um formulário, o Google não a consegue ler, e a pessoa que está a escolher entre ti e o gabinete da esquina também não. Dois factos decidem a chamada: a que horas alguém atende o telefone, e se aceitas clientes de outros distritos.

    Faz assim

    Publica a morada da rua, trata o horário como as horas a que o telefone é mesmo atendido (Seg a Sex, 9:00 às 18:00), e acrescenta uma frase sobre trabalhar à distância ("clientes em todo o país, documentos por email ou no software que já usas"). Espelha morada e horário exatamente na tua ficha do Google.

  5. O gabinete a sério, não calculadoras de stock

    Os sites de contabilidade são o canto da internet mais carregado de fotos de banco de imagens: apertos de mão, moedas douradas, uma calculadora sobre papel milimétrico, uma caneta a assinar um contrato anónimo. Nada disso diz o que quer que seja a quem está a decidir, e tudo isso se lê como um template. Três fotos do gabinete a sério e da pessoa a sério respondem à única pergunta visual que existe: isto é um lugar real, com gente real lá dentro.

    Faz assim

    Seis fotos sóbrias, do telemóvel e com luz de dia: a entrada do edifício com a rua à vista, a placa com o nome do gabinete, a mesa de reuniões e um retrato. Confirma cada enquadramento antes de carregar: nenhum nome de cliente na lombada de um dossiê, nenhum NIF num ecrã, nenhuma fatura esquecida na mesa.

De uma descrição do gabinete a uma página no ar.

Não desenhas nada e nunca partes de uma página em branco. Descreves o gabinete, a IA escreve e monta uma primeira versão, corriges até soar a ti, e publicas.

  1. Descreve o gabinete

    Respondes a algumas perguntas: que tipos de cliente aceitas, as formas de avença e os preços a partir de, se fazes processamento salarial, o software em que trabalhas, o gabinete e o registo que queres. Sóbrio e profissional é uma das opções, e neste ofício costuma ser a certa. Isto torna-se o teu perfil de negócio e cada página é gerada a partir dele, por isso estes dez minutos decidem a maior parte do resultado.

  2. Lê o que a IA escreveu

    A Brandeet gera a página completa: secções, texto e layout, escritos à volta das tuas respostas em vez de um template com o teu nome trocado. Lê como leria um cliente e conta com três coisas a precisar da tua mão: obrigações escritas em linguagem de formulário em vez de palavras normais ("cumprimento das obrigações declarativas" contra "entregamos o teu IVA e o teu IRS a horas"), números arredondados para algo que nunca combinaste, e qualquer frase que soe a promessa de pagar menos impostos. Essa última reescreve-se para o que realmente fazes: aplicar o regime certo, bem e a tempo.

  3. Corrige como num documento

    Clicas numa linha e escreves por cima: grátis e sem limite, o que conta numa página feita de datas e de preços. Para mudanças maiores, descreve-as ("encurta a introdução, aceitamos independentes e Lda pequenas, não grupos") e a IA refaz esse bloco por um crédito de IA, 20 por mês no Grátis e 50 no Pro. Confirma cada número duas vezes, porque um preço errado numa tabela de avenças é uma conversa que não queres ter, e abre a pré-visualização de telemóvel antes de acabares: muitas destas visitas chegam de um telemóvel no fim de um dia de trabalho.

  4. Publica e aponta as pessoas para lá

    Um clique põe o site no ar em teunome.brandeet.com, que já é um link a sério para uma assinatura de email, uma proposta ou um perfil no LinkedIn. Nos planos pagos ligas o domínio do gabinete e o certificado SSL é emitido e renovado por nós, enquanto o teu email fica exatamente onde está. Em qualquer dos casos, a página publicada é HTML estático rápido, que agrada a visitantes impacientes e ao Google.

Onde a Brandeet faz o trabalho pesado.

As partes de um site de gabinete que ninguém quer pagar a uma agência e depois esperar dois meses para corrigir, já tratadas. E, com clareza, a parte que ela deliberadamente não faz.

  • A base técnica, por defeito

    O nome do gabinete, a morada, o horário e os teus serviços entram nos dados estruturados, a camada legível por máquinas que os motores de busca e os assistentes de IA leem. Sitemap, robots, meta tags e um H1 limpo por página também são gerados. É a checklist técnica de qualquer guia de SEO, feita sem precisares de saber que existe.

    Todos os planos
  • Edições de texto nunca gastam créditos

    Preços, prazos, uma pessoa nova no gabinete: clicas, escreves, publicas. Numa página cheia de datas é a funcionalidade que conta, porque a versão que fica desatualizada é sempre a que era caro mudar. Os créditos de IA só se gastam quando pedes à IA que escreva ou refaça um bloco por ti.

    Todos os planos
  • Feito para um telemóvel depois de fechar

    Os empresários procuram contabilista quando o dia deles já acabou, quase sempre no telemóvel. O mesmo conteúdo fica bem montado num ecrã pequeno, com toque-para-ligar, e vês pré-visualização em computador, tablet e telemóvel antes de publicares o que quer que seja.

    Todos os planos
  • Uma página por tipo de cliente

    O Grátis publica 1 página, que chega para uma presença correta e encontrável. O Pro publica até 5 e o Business até 15: uma página para independentes, uma para sociedades, uma para alojamento local, mais o calendário de obrigações do ano. Uma página que só fala do regime simplificado é encontrada para isso melhor do que um ponto perdido numa lista.

    Pro e acima
  • O domínio do gabinete, zero administração

    Apontas o domínio para a Brandeet e esqueces que ele existe: alojamento, SSL e renovações ficam tratados. O email fica onde está, porque a Brandeet publica o site e aponta para o endereço que já usas, não mexe no alojamento de correio. O Grátis fica num subdomínio teunome.brandeet.com.

    Pro e acima
  • O que ela deliberadamente não faz

    Sem portal de cliente, sem upload de documentos, sem integração com faturação e sem pagamentos online. O e-fatura, o teu software de contabilidade e o caminho por onde os clientes te enviam documentos ficam exatamente onde estão. O site é a montra que ganha a primeira chamada, e para quem guarda NIFs e extratos de outras pessoas essa separação é uma vantagem: um website é um edifício público, não um arquivo.

    Por opção

O site é metade do trabalho. Ser encontrado é a outra metade.

Os clientes novos chegam de três formas: uma pesquisa, um nome passado por alguém que os conheceu antes de ti, e um registo onde foram confirmar que existes. Estas quatro jogadas não custam nada além de atenção, rendem durante anos, e funcionam seja quem for que fez o teu site.

Reclama a tua ficha de empresa no Google

A ficha gratuita que põe o gabinete no mapa. Para pesquisas de "contabilista" mais o nome da cidade, é lida antes do teu site.

  1. Vai a google.com/business e reclama (ou cria) a ficha da morada do gabinete. A verificação costuma ser um postal ou um pequeno vídeo a mostrar a entrada e a placa.
  2. Define a categoria como "Contabilista", junta "Consultor fiscal" como secundária se também entregas IRS de particulares, lista as formas de avença como serviços, e liga o site novo.
  3. Põe o horário nas horas a que o telefone é mesmo atendido, e diz que as reuniões são com marcação para ninguém aparecer a uma porta fechada. Atualiza o site e a ficha em agosto e nos feriados.
  4. Adiciona fotos sóbrias: a entrada com a rua à vista, a placa, a mesa de reuniões, um retrato. Fichas com fotos recebem visivelmente mais chamadas e pedidos de direções.

Faz das avaliações um hábito, não uma campanha

As avaliações decidem quem leva a chamada quando há três gabinetes a cinco minutos a pé um do outro. A tua vantagem é que este ofício tem dois momentos naturais para pedir.

  1. Pede logo depois de algo fechar bem: o IRS entregue, o primeiro mês limpo depois de assumires a contabilidade, uma empresa constituída sem tropeços. Nunca a meio de uma entrega.
  2. Uma frase chega: "se isto foi útil, uma avaliação no Google ajuda outros empresários a chegar até nós".
  3. A tua ficha dá-te um link direto para avaliações. Guarda-o e envia-o junto com o recibo dos honorários, em vez de esperares que os clientes encontrem o caminho sozinhos.
  4. Responde a todas, boas e más, em duas linhas e sem discutir números de ninguém nem confirmar quem é cliente. As respostas são públicas, e o sigilo faz parte do trabalho. E nunca compres avaliações: uma rajada suspeita pode marcar a ficha, e soa a falso a qualquer pessoa.

Mantém nome, morada e telefone iguais em todo o lado

O Google cruza os teus dados pela internet fora, e um gabinete costuma ter mais entradas espalhadas do que uma loja: a listagem da OCC, diretórios de empresas, um gabinete antigo, uma página de Facebook que ninguém abre desde 2019.

  1. Escolhe uma grafia exata do nome do gabinete, da morada e do telefone, e usa-a no site, no Google, no LinkedIn e nos teus dados na Ordem dos Contabilistas Certificados.
  2. Confirma o que diz a tua entrada na listagem pública de contabilistas certificados: nome, número, gabinete, contacto. Corrige-a na área reservada em occ.pt, para que quem te for verificar encontre o mesmo gabinete que acabou de ler no site.
  3. Se mudaste de instalações, procura a morada antiga e o número antigo e corrige ou apaga tudo o que ainda os mostra. Dados velhos mandam pessoas a uma porta fechada e confundem o mapa.
  4. Quando algo muda, atualiza tudo na mesma sentada. Espalhado por semanas, nunca fica feito.

Sê o nome que é passado adiante

A maioria dos empresários não escolhe contabilista num resultado de pesquisa, pergunta a alguém. O notário que constituiu a empresa, o gerente do banco que abriu a conta, a associação empresarial, o colega que já não tem mãos a medir. O teu site é aquilo em que essa recomendação se transforma.

  1. Faz uma lista de cinco pessoas perto de ti que conhecem negócios novos antes de ti (um notário ou solicitador, o gerente de um balcão, um mediador de seguros, um advogado, quem atende no Espaço Empresa) e envia a cada uma o link do site com uma linha sobre quem aceitas.
  2. Inscreve-te na associação empresarial ou comercial da tua zona e confirma que a listagem de associados tem o link do site. Quem procura um contabilista local lê essas listas, e o Google também.
  3. Pergunta aos dois clientes que mais te recomendam o que é que dizem sobre ti, e põe essa frase no site nas palavras deles. Costuma ser melhor do que qualquer coisa que tu escrevesses.
  4. Põe o link do site na assinatura de email, em cada proposta que envias e no teu perfil do LinkedIn. Quem recebeu o teu nome vai pesquisá-lo antes de ligar, e o que encontra deve ser a tua página, não um diretório de 2016.

A checklist de lançamento.

Deixa o separador aberto, ou copia-a para algum lado. Se todas as caixas estiverem preenchidas, quem abriu atividade a semana passada consegue encontrar-te, saber o preço e confirmar-te em menos de um minuto.

Antes de publicar

  • Uma forma de avença por tipo de cliente, com preço a partir de e o que inclui
  • Uma linha simples sobre o que altera o preço
  • Nome completo e número de contabilista certificado de cada contabilista na página
  • Morada do gabinete e o número a que respondes, iguais aos do Google
  • Uma frase sobre clientes à distância e como os documentos chegam até ti
  • Nenhuma promessa de pagar menos impostos em lado nenhum do site

A semana a seguir

  • Ficha do Google reclamada, categoria "Contabilista", site ligado
  • A tua entrada na OCC mostra o mesmo nome, gabinete e contacto
  • Link do site na assinatura de email e no modelo de proposta
  • Link direto de avaliações guardado e enviado a três clientes depois de uma entrega fechar
  • Cinco contactos de referência com o link enviado e uma linha sobre quem aceitas
  • Datas de obrigações no site conferidas com o calendário deste ano

O que se pergunta antes de começar.

Se tiveres outra dúvida sobre o teu setor, as tuas páginas ou o teu domínio, fala diretamente connosco.

  • Os clientes podem enviar-me documentos pelo site?

    Não. A Brandeet publica um website, não um portal de cliente: sem logins, sem upload de documentos, sem integração com faturação e sem pagamentos online. E um gabinete não devia estar a receber faturas por um formulário de website. O e-fatura, o teu software de contabilidade e o canal que já usas para receber documentos ficam exatamente onde estão, e a página aponta para lá: email, o teu portal de documentos ou o WhatsApp.

  • Devo publicar honorários?

    Filtra mais do que te custa. Ao contrário da maioria das profissões reguladas, um contabilista consegue dar um valor de avença antes de conhecer o caso, e os gabinetes que publicam um preço a partir de por tipo de cliente travam as chamadas que nunca iam converter e tranquilizam as que iam. Escreve a forma ("Independentes, recibos verdes: desde 45 €/mês") e depois uma linha sobre o que a altera: número de faturas, pessoas a processar, se também emites a faturação. É texto normal de página, por isso editas no dia em que os teus preços mudam.

  • Como mantenho o site atualizado na época do IRS?

    Escrever por cima do teu próprio texto não tem limite nem custo, que é exatamente o que uma página feita de datas e de preços precisa. Os créditos de IA só saem quando pedes à IA para escrever ou refazer um bloco: 20 por mês no Grátis, 50 no Pro e 200 no Business, com o custo à vista antes de confirmares. Quando o prazo do IRS muda ou os teus honorários sobem, atualizar o site custa cinco minutos e zero créditos.

  • Posso usar o domínio do gabinete e manter o email?

    Sim. Qualquer plano pago liga o teu domínio e o certificado SSL é emitido e renovado por nós. O email fica exatamente onde está hoje: a Brandeet publica o site e aponta para o endereço que já usas, não mexe no alojamento de correio. No Grátis o site vive num subdomínio teunome.brandeet.com, que já é um link a sério para uma assinatura ou uma proposta.

  • Quanto custa?

    O Grátis custa 0€ e não expira: 1 página publicada num subdomínio brandeet.com, o suficiente para uma presença correta e encontrável. O Pro custa 30€ por mês ou 300€ por ano, com IVA incluído, e acrescenta domínio próprio, até 5 páginas (uma por tipo de cliente mais o calendário de obrigações) e uma estratégia de marketing escrita com calendário semanal de tarefas. O Business custa 100€ por mês ou 1020€ por ano, com até 15 páginas e 3 auditorias por domínio em cada mês. Podes cancelar nas definições de faturação quando quiseres.

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