Um site de loja que traz pessoas à tua porta
O plano completo numa leitura: as seis coisas a que a tua página tem de responder, como a construir numa tarde, e como ser a loja onde alguém entra em vez da que passa ao lado.
Seis coisas que alguém verifica antes de entrar.
Ninguém lê o site de uma loja de ponta a ponta. As pessoas chegam com três perguntas (vendem o género de coisa que eu quero, estão abertos, e onde é exatamente a porta) e decidem em menos de um minuto se vale a viagem. Cada secção abaixo responde a uma delas, e a página de exemplo mostra onde cada uma vive.
Aberto agora, e onde é a porta
Numa loja, a primeira pergunta é uma viagem: alguém está a decidir se atravessa a cidade antes de fechares. Os filtros de "aberto agora" e as pesquisas de "perto de mim" correm sobre o teu horário e a tua morada, por isso se esses só existem na bio do Instagram, nada os consegue ler, e uma hora de fecho errada custa-te a visita e custa a essa pessoa a tarde.
Faz assimEscreve o horário ao dia, incluindo as partes chatas: a hora de almoço, o sábado só de manhã, a segunda fechada. Acrescenta o número da porta, o piso e uma linha sobre estacionamento ou a paragem mais próxima, e espelha exatamente o mesmo horário na tua ficha do Google.
O que vendes, em categorias com preços reais
"Será que têm este género de coisa?" é a pergunta que acaba com a visita antes de ela começar. Categorias com intervalos de preço honestos respondem em cinco segundos e dão aos motores de busca palavras para casar ("cerâmica em Braga", "toalhas de mesa em linho"). Isto não é o teu inventário: uma página com todos os artigos fica desatualizada numa semana, e ninguém a lê.
Faz assimEscolhe seis a dez categorias que dirias em voz alta a um cliente à porta, e dá a cada uma um intervalo (louça, 8 a 45 €). Nomeia as marcas que tens e mais ninguém na cidade tem, porque são esses nomes que as pessoas escrevem na pesquisa.
A fachada, o interior e algumas coisas que vendes
A foto da porta é o que faz alguém reconhecer a tua loja do passeio; a foto do interior diz-lhe se é o género de sítio dele. Os produtos vêm em terceiro, como exemplos do nível que tens. As fotos também mantêm as pessoas mais tempo na página, o que os motores de busca notam.
Faz assimFotografa três conjuntos com o telemóvel de uma só vez: a fachada com luz de dia e a tabuleta legível, dois ou três planos largos do interior, e seis a oito produtos representativos sobre uma superfície lisa. Nunca fotos de banco de imagens: uma loja que mostra um interior genérico parece uma loja que não existe.
Uma forma de perguntar antes de vir
A pergunta que chega mesmo é "tem no 39?" ou "o azul ainda está aí?". Respondida num minuto torna-se uma visita, e uma peça guardada atrás do balcão até à hora de fecho. Nada na página precisa de processar isso: precisa de pôr a mensagem a um toque de distância.
Faz assimFaz de um único canal o botão principal, aquele que lês com a loja aberta (para isto, o WhatsApp costuma ganhar ao email). Diz ao lado para que serve: "manda mensagem para confirmar um tamanho ou guardar uma peça até às 19:00", e mantém o telefone clicável para quem ainda liga.
Quem está ao balcão
As pessoas escolhem uma loja independente em vez de uma cadeia pelo conselho. Um nome e uma cara dizem-lhes que ali dentro há alguém que conhece o que está nas prateleiras, e transformam "uma loja" em "pergunta à Ana, ela sabe".
Faz assimPrimeiro nome, uma foto e uma linha sobre o que cada pessoa sabe melhor (vidrados, tamanhos, embalar presentes). Duas pessoas chegam. Se a loja és só tu, di-lo: é isso que te distingue, não é uma falha para esconder.
O feed para as novidades, o site para os factos
O Instagram de uma loja é onde vive o stock novo, porque o stock muda todas as semanas. O site é o que o Google e os assistentes de IA conseguem ler, e não precisa de ser mexido cada vez que chega uma caixa. Dois trabalhos diferentes, a apontar um para o outro.
Faz assimPõe o Instagram no rodapé e o link do site na bio no dia em que publicares. Deixa o feed levar as novidades de hoje e deixa o site levar as categorias, o horário e a localização, para nunca precisares de editar o site só para anunciar uma entrega.
De uma descrição da loja a uma página no ar.
Não desenhas nada e nunca partes de uma página em branco. Descreves a loja, a IA escreve e monta uma primeira versão, corriges até soar a ti ao balcão, e publicas.
Descreve a loja
Respondes a algumas perguntas: o que vendes e para quem, as categorias e as marcas que tens, o horário com a hora de almoço, onde fica mesmo a porta, e o tom que queres (uma loja de design e uma drogaria de bairro são páginas diferentes). Isto torna-se o teu perfil de negócio, e tudo o resto é gerado a partir dele, por isso estes minutos são a parte com mais retorno de todo o trabalho.
Lê o que a IA escreveu
A Brandeet gera a página completa: secções, texto e layout, escritos à volta das tuas respostas em vez de um template com o teu nome trocado. Numa loja, lê o primeiro rascunho com uma pergunta na cabeça: promete algo que o visitante não pode fazer aqui? Uma linha como "compra agora" quando não há carrinho manda as pessoas procurar um checkout que não existe. A página deve convidar a uma visita ou a uma mensagem.
Corrige como num documento
Clicas num intervalo de preços e escreves por cima: isso é grátis e sem limite, o que conta na semana em que um fornecedor muda a tabela. Para mudanças maiores, descreve-as ("corta a introdução ao meio, vendemos cerâmica, não mobiliário") e a IA refaz esse bloco. Isso custa um crédito de IA, e tens 20 por mês no Grátis e 50 no Pro. Antes de publicar, vê a pré-visualização de telemóvel: a maioria das tuas visitas chega de telemóvel, e algumas estão paradas na tua rua a procurar o número da porta.
Publica e aponta as pessoas para lá
Um clique põe o site no ar em teunome.brandeet.com, que já é um link a sério para a bio do Instagram e para a ficha do Google. Nos planos pagos ligas o teu próprio domínio, e o certificado SSL é emitido e renovado por nós. Em qualquer dos casos, a página publicada é HTML estático rápido, o que importa sobretudo a quem está a ver o teu horário no telemóvel com uma barra de rede.
Onde a Brandeet faz o trabalho pesado.
As partes da página de uma loja que ninguém gosta de fazer à mão, já tratadas. E, sem rodeios, a parte que ela não faz de maneira nenhuma.
- Todos os planos
A base da pesquisa local, por defeito
A morada, o horário e as categorias que vendes entram nos dados estruturados, a camada legível por máquinas que os motores de busca e os assistentes de IA leem. Sitemap, meta tags e um H1 limpo por página também são gerados. É a checklist técnica de qualquer guia de SEO, feita sem precisares de saber que existe.
- Todos os planos
Edições de texto nunca gastam créditos
Intervalos de preço depois de um aumento do fornecedor, uma categoria que começaste a ter, o horário do Natal: clicas, escreves, publicas. Os créditos de IA só se gastam quando pedes à IA que reescreva ou refaça um bloco por ti.
- Todos os planos
Uma página feita para telemóveis
O mesmo conteúdo bem montado num telemóvel, com toque-para-ligar e toque-para-WhatsApp, e pré-visualização em computador, tablet e telemóvel antes de publicares o que quer que seja.
- Pro e acima
O teu domínio, zero administração
Apontas o teu domínio para a Brandeet e esqueces que ele existe: alojamento, SSL e renovações ficam tratados. O Grátis fica num subdomínio teunome.brandeet.com, que chega para começar.
- Pro e acima
Uma página por categoria, quando uma não basta
O Grátis publica 1 página, e para uma loja pequena isso basta. O Pro publica até 5, para que a louça, os têxteis e a história da loja possam ter cada um a sua, e o Business vai até 15.
- Por opção
O que isto não é: uma loja online
Não há carrinho, não há checkout, não há pagamentos e não há sincronização de stock, e não vamos disfarçar. A página diz às pessoas o que vendes, onde ficas e quando abres, e passa a conversa sobre produtos para o WhatsApp, para uma mensagem no Instagram ou para o marketplace onde já vendes. Se o objetivo é receber dinheiro online, precisas de uma plataforma de comércio eletrónico, não disto.
O site é metade do trabalho. O mapa é a outra metade.
Para uma loja, estar no mapa vale mais do que estar nos links azuis: quem te compra é quem já está a uma caminhada ou a dez minutos de carro. Estas quatro jogadas não custam nada além de atenção, rendem durante anos, e funcionam seja quem for que fez o teu site.
Reclama a tua ficha de empresa no Google
A ficha gratuita que te põe no mapa e responde por ti ao "aberto agora". Para uma loja, está mais perto de ser a página inicial do que a tua própria página inicial.
- Vai a google.com/business e reclama (ou cria) a ficha da tua morada. A verificação costuma ser um postal ou um pequeno vídeo que mostre a fachada, a tabuleta e a rua.
- Escolhe a categoria mais específica para o que vendes ("Loja de presentes", "Loja de artigos para o lar", "Loja de roupa"), nunca a genérica "Loja", e acrescenta categorias secundárias para o resto da gama.
- Espelha exatamente o horário do site, e define o horário de feriado antes do feriado, não durante. "Fechado quando o Google dizia aberto" é um cliente que não voltas a ter.
- Preenche a secção de produtos com as tuas categorias principais e os intervalos de preço, e põe uma foto da fachada com luz de dia como primeira imagem. É por essa foto que alguém liga a ficha à porta que tem à frente.
Faz das avaliações um hábito, não uma campanha
As avaliações decidem qual das três lojas da rua recebe a visita. Um fio constante de avaliações reais vale mais do que qualquer outra coisa que faças nos mesmos dez minutos.
- Pede ao balcão enquanto embalas, no momento em que estão mais contentes. Uma frase chega: "se gostaste, uma avaliação no Google ajuda-nos imenso".
- A tua ficha dá-te um link direto para avaliações. Guarda-o no WhatsApp e envia-o a quem guardaste uma peça, ou a quem encomendaste algo de propósito.
- Responde a todas as avaliações, incluindo à que se queixa de um preço, em duas linhas e com calma. Essa resposta é lida pelas próximas cem pessoas, não por quem a escreveu.
- Nunca compres avaliações. Uma rajada suspeita pode marcar a ficha, e soa a falso a qualquer pessoa.
Mantém nome, morada e telefone iguais em todo o lado
O Google cruza os teus dados pela internet fora. Consistência é um sinal de confiança para o bloco do mapa, as três empresas mostradas debaixo do mapa.
- Escolhe uma grafia exata do nome da loja, da morada e do telefone, e usa-a no site, no Google, no Instagram e no Facebook.
- Quando algo muda (número novo, horário novo, uma mudança para duas portas ao lado), atualiza tudo na mesma sentada. Espalhado por semanas, nunca fica feito.
- Confirma os sítios que te listam sem perguntar: diretórios locais, a página da associação de comerciantes, o perfil do marketplace onde vendes. Números velhos em fichas esquecidas custam visitas em silêncio.
Fecha o circuito com o Instagram
O teu feed já dá conta das novidades. Deixa o site apanhar o interesse que o feed cria, e deixa as mensagens fechar a venda.
- Põe o link do site na bio no dia em que publicares, para o perfil responder ao horário e à localização sem tu escreveres tudo outra vez.
- Continua a publicar o que chega, e deixa de repetir os detalhes práticos em cada legenda: aponta para o site.
- Quando alguém perguntar por uma peça nos comentários ou por mensagem, responde com o preço e se a podes guardar até à hora de fecho. Essa mensagem é a venda.
- Mantém um destaque com a fachada e o interior, para que um estranho que caia no perfil saiba em que rua entrar.
A checklist de lançamento.
Deixa o separador aberto, ou copia-a para algum lado. Se todas as caixas estiverem preenchidas, a tua loja é mais fácil de encontrar do que a maioria das lojas da tua rua.
Antes de publicar
- Cada categoria tem um intervalo de preços honesto
- O horário está certo, com hora de almoço e sábados de manhã
- Número da porta, piso e uma linha sobre estacionamento ou paragem
- Uma foto da fachada com luz de dia e a tabuleta legível
- O botão principal abre o canal que lês com a loja aberta
- Viste a pré-visualização de telemóvel, não só a de computador
A semana a seguir
- O link do site está na bio do Instagram
- Ficha do Google reclamada, categoria específica definida, site ligado
- A secção de produtos da ficha tem as categorias e os intervalos
- Nome, morada e telefone iguais no site, no Google e no Instagram
- Link direto de avaliações guardado e enviado aos primeiros cinco clientes
- Intervalos de preço corrigidos no site na semana em que mudam na prateleira
O que se pergunta antes de começar.
Se tiveres outra dúvida sobre o teu setor, as tuas páginas ou o teu domínio, fala diretamente connosco.
Posso vender online pelo site?
Não, e não vamos disfarçar. Na Brandeet não há carrinho, não há checkout, não há pagamentos e não há sincronização de stock. Se o objetivo é vender online, precisas de uma plataforma de comércio eletrónico. Se o objetivo é ser encontrada por quem pode entrar esta tarde, esta é a ferramenta certa e muito mais barata: a página diz o que vendes, quando abres e onde é a porta, e passa a conversa sobre produtos para uma mensagem de WhatsApp, uma mensagem no Instagram ou o marketplace onde já vendes.
As pessoas podem reservar um artigo?
Por mensagem ou por telefone, que é como já acontece ao balcão. A página torna o link de WhatsApp e o número impossíveis de não ver, e a reserva confirmas tu, como sempre fizeste. Não há sistema de reservas para manteres em dia, e nada fica prometido a um cliente enquanto não estás a olhar.
Posso mostrar preços?
Podes, como texto normal de página que editas tu, sem limite e sem gastar créditos de IA. Não há sistema de inventário por trás, por isso trata um preço como tratas uma etiqueta impressa: correto desde a última vez que o atualizaste, e um minuto de trabalho para mudar. Na maioria das lojas, um intervalo por categoria (louça, 8 a 45 €) envelhece melhor do que um preço por artigo.
Uma página ou uma página por categoria?
O Grátis publica 1 página, e uma página leva muitas secções: categorias, fotografias, horário, localização e o botão de mensagem. Para a maioria das lojas independentes, chega. O Pro publica até 5 páginas, para uma gama larga se dividir numa página por categoria mais a história da loja, e o Business vai até 15.
Posso usar o domínio da loja, e quanto custa?
Em qualquer plano pago apontas o domínio para a Brandeet e o certificado SSL é emitido e renovado por nós. O Grátis custa 0€, não expira e fica num subdomínio teunome.brandeet.com, que já serve para a bio do Instagram e para a ficha do Google. O Pro custa 30€ por mês ou 300€ por ano com IVA incluído, e acrescenta o domínio da loja, até 5 páginas e uma estratégia de marketing com calendário semanal de tarefas.